Lavo a roupa perto da avelaneira, com água pura de manancial.
Desliza a teia nos sulcos da madeira numa dança antiga e as minhas mãos húmidas brilham ao sol.
Cheira a sabonete artesão, e o pequeno ajuda a torcer. Depois as prendas vão para o varal sob os carvalho e abanam o tempo.
Pousa o vento para se humedecer.
Que frescura bela,nesse quandro pintado onde o sol é carícia ,que nos deixa encantados ,Que frescura bela, nesse alvor da roupa ,que renova o corpo, num aroma enebriante ,e o sol a beijar os vestidos de chita, num estendal de saudade ,que coisa bonita
ResponderEliminarLindas as tuas palavras. Correm com a água boa e lavam mentiras de progresso falso. Voltam à raiz.
EliminarQuanta fermosura nas tuas palavras, minha Iolanda querida!!!
ResponderEliminar