Entre carvalhos, à sombra do Pico Sacro, cria-se a Terra Verde. Medram a estirpe e a raiz.
No coração da Galiza, protegido pola montanha sagrada, molda-se o nosso espaço. Nele amamos, coidamos, protegemos, somos coidadas, protegidas, amadas: vivemos.
Abre a terra sulcos para alimentar-nos, abrimos nós a porta para receber. Assim convivemos com o mundo, desde este cantinho, desde tanto bem.
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