Nascem em toda a terra: hortelã, alecrim, urtiga, coentro, erva-cidreira, orégão, salsa, tomilho, curri, arruda, calêndula, dente de leão, alho, morango, trevo... E tantas ervas.
Ontem escutei um poema a Iacyr Freitas, poeta mineiro apresentado por Concha Rousia. Falava dessas mesmas plantas, de como tinham acompanhado a sua infância. A nós entregam-nos aroma, bens, cor e condimento.
A nossa biblioteca é heterodoxa e livre. Chega da herdança, da vida, e medra nos afectos e nos interesses do Alexandre, da Iara e do Alejandro, de jeito que se reparte em quartos e vivências, ainda que forme parte de um imaginário comum.
Aumenta cada mês, ainda com o sacrifício de uma economia humilde, porque tem a importância do alimento. Canta cada dia uma história, um verso, uma reflexão.