A nossa biblioteca é heterodoxa e livre. Chega da herdança, da vida, e medra nos afectos e nos interesses do Alexandre, da Iara e do Alejandro, de jeito que se reparte em quartos e vivências, ainda que forme parte de um imaginário comum.
Aumenta cada mês, ainda com o sacrifício de uma economia humilde, porque tem a importância do alimento. Canta cada dia uma história, um verso, uma reflexão.
E cheira a árvore de ramos floridos.