Em simbiose com esta terra, tingimos de verde a nossa e existência.
Abrimos as portas e a casa medra espírito de erva. Perdemos limites, extendemo-nos e partilhamos as noites das vaca-louras, os dias das borboletas.
As nossas peles cobrem-se de musgo, enraízam em nós as palpitações da carvalheira e sentimos o manancial subterrâneo nas veias.
Retomamos o tempo do clã.
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