Lavo a roupa perto da avelaneira, com água pura de manancial.
Desliza a teia nos sulcos da madeira numa dança antiga e as minhas mãos húmidas brilham ao sol.
Cheira a sabonete artesão, e o pequeno ajuda a torcer. Depois as prendas vão para o varal sob os carvalho e abanam o tempo.
Pousa o vento para se humedecer.